09ago

Quais são as melhores ferramentas para editar vídeos para Youtube? Veja nossa lista!

Segundo o YouTube, em 2019, os vídeos representarão 80% do tráfego de toda a web. Esse número, por si só, já assusta, mas não é novidade para ninguém que essa é uma tendência cada vez maior na internet.

A ex-representante do setor Conteúdo para Marcas da plataforma, Susan Agliata, afirma que o segredo para capturar o espectador é a audiência segmentada, oferecendo vídeos personalizados para o seu perfil de usuário — além, é claro, da necessidade clara de ter uma boa edição no canal.

Nesse contexto, fatores como cortes, áudio, trilha sonora, transições, efeitos, resolução e outras configurações tornam-se elementos valiosos para a execução de uma estratégia de marketing na rede social.

Ao assistir a vídeos, o usuário pretende ter uma boa experiência. Caso contrário, ele provavelmente vai optar por outro canal. E não queremos que isso aconteça, não é mesmo?

E se você acha que fazer uma boa edição de vídeos para Youtube é um bicho de sete cabeças, saiba que existe um grande leque de ferramentas que podem facilitar essa tarefa. Neste artigo, você vai aprender quais são as melhores delas (ao nosso ver! rs) e conhecerá algumas de suas principais características. Continue a leitura e confira!

Adobe Premiere
A ferramenta de edição de vídeos da Adobe é uma das mais completas do mercado. Utilizada por grandes profissionais do ramo cinematográfico, seus recursos são complexos, mas podem trazer resultados mais agradáveis. Entre as ferramentas de edição de vídeos pagas, tem um dos melhores custo-benefício.

As características permitem a edição em diversos projetos simultâneos e fluxos de trabalho para cores, imagens, áudio e vídeos 360 graus. Além disso, suporta todos os formatos, incluindo vídeos com a qualidade máxima de 8K.

Ah, vale lembrar que ela é integrada com outros programas do pacote Adobe, como Photoshop, Illustrator, After Effects e o Media Encoder. Se você precisa do pacote completo para criar vinhetas incríveis, inserir efeitos de transição, imagens e vetores, vai fundo que essa é a melhor opção!

Sony Vegas
Se o seu objetivo é criar vídeos como nas produções de Hollywood, o Sony Vegas é a melhor opção. Essa aplicação para profissionais de edição de áudio e vídeo é complexa para iniciantes, mas gera resultados de que até mesmo Steven Spielberg teria inveja.

Seu sistema também é baseado em uma linha do tempo, mas você provavelmente encontrará diversas outras utilidades — por exemplo, as funcionalidades de zoom, corte, transição, adição de textos, aceleração e desaceleração do vídeo, efeitos audiovisuais e exportação. Apesar de todas as vantagens, não comporta formatos como AVI e MP3.

Movavi
A plataforma paga Movavi é a alternativa perfeita para iniciantes. Aqui, a palavra de ordem é descomplicar. Fácil de usar, a ferramenta está disponível em português e promete ensinar o profissional a editar vídeos em apenas 20 minutos.

O foco são as transições, filtros e títulos, mas existem outras funções. Além disso, tem a opção de exportação rápida para o YouTube e o recurso de criação automática de vídeos.

Camtasia
Entre os produtores de vídeos, o software Camtasia é um dos mais populares. Recomendado para edições que exigem conhecimento intermediário, é ótimo para organizar conteúdos educativos, como tutoriais, videoaulas e reviews.

A ferramenta também tem um free trial, mas a continuidade se dá por investimento. Por meio de um sistema de arrasta e solta, tem fundos de tela animados, músicas, ícones e gráficos de movimento.

Lightworks
Apesar de sua interface aparentemente complexa, o Lightworks foi criado para pessoas com conhecimento médio em ferramentas de edição. A plataforma tem funcionalidades semelhantes ao Camtasia, em um sistema de linha do tempo que permite as edições de maneira intuitiva.

Além disso, o programa aceita a utilização de câmeras múltiplas, o que pode ser um diferencial para publicar os seus vídeos na internet.

Socialcam
Esse aplicativo, disponível para Android e iOS, é um dos mais populares entre os usuários de dispositivos móveis. Afinal, nem todos os vídeos têm objetivos avançados de marketing. Portanto, para soluções um pouco mais simplistas, o Socialcam pode resolver o problema.

Ele permite ao editor realizar cortes, inserir filtros, títulos personalizados e trilhas sonoras. É uma boa solução para filmar eventos sem uma equipe de câmeras profissional, por exemplo.

Viddy
Com foco em vídeos mais curtos, esse aplicativo permite a edição de vídeos de até 30 segundos. Muito popular entre usuários de redes sociais como o Instagram e o Snapchat, também pode ter serventia para gravações de vídeos no YouTube.

O Viddy está disponível para Android e iOS. As possibilidades de edição que ele oferece são mais básicas: consistem apenas na inserção de filtros.

YouTube
Se você não quer baixar softwares ou aplicativos, o editor de vídeos do próprio YouTube pode ajudá-lo nessa atividade. Os recursos são limitados, mas podem ser o suficiente para alcançar a sua audiência. Entre eles, temos a adição e remoção de vídeos já upados na plataforma, filtros, cortes, efeitos e músicas.

A grande vantagem é realmente o fato de você não precisar de auxílio externo, sendo possível editar os vídeos no momento em que eles são publicados na web.

iMovie
Disponível apenas para Mac e dispositivos da Apple, o iMovie é outra solução acessível para editores de vídeos. Gratuito, oferece suporte para vídeos na resolução 4K, o que, por si só, já é uma grande vantagem.

Além disso, integra todos os dispositivos da maçã, então você pode começar a preparar o conteúdo no iPhone e terminar no iPad, por exemplo. Ele conta com dez filtros, efeitos sonoros, soundtracks, títulos animados e uma grande variedade de efeitos. Além disso, permite a tela dividida.

E, se quiser um help pra escolher a sua ferramenta, se liga no que o Camilo Coutinho, do Play de Prata (nosso BENCH absoluto em vídeos para o Youtube) indica:

Os vídeos são um elemento fundamental tanto para enriquecer conteúdos quanto para engajar seguidores nas redes sociais. Quando falamos em editar vídeos para YouTube, tratamos de um assunto sério. Acredite: a edição pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso do seu conteúdo audiovisual na web.

Bom, agora que você já sabe quais são as melhores ferramentas para torná-los incríveis, que tal ajudar outros amigos? Compartilhe este texto nas suas redes sociais e divida o seu conhecimento com outras pessoas!

07ago

Vender pelo Instagram Stories? Sim! Instagram libera recurso de compra e venda pelo Stories

Vender pelo Instagram Stories?

O Instagram fez um anúncio muito esperado pelos usuários do APP e pelas empresas também:

vender pelo instagram sotires

Assim como com o recurso shop do Instagram, as marcas poderão inserir uma espécie de sticker com a descrição e link de venda do produto no vídeo ou imagem do Stories.

vender pelo instagram stories

Adidas, Aritzia e Louis Vuitton são as primeiras marcas a testar o recurso. O Instagram informou que irá ampliar os testes da novidade nas próximas semanas.

O recurso estará disponível para Android e iOS.

O Instagram ainda não deu muitas informações sobre o lançamento, mas continuaremos acompanhando o assunto para te manter atualizado de qualquer novidade. Siga-nos no Facebook que não perca nada!

04ago

LinkedIn para Empresas: conheça os principais recursos para fazer marketing no LinkedIn

Você já parou para pensar no quê exatamente os usuários do LinkedIn estão buscando nessa rede social? Se você pensou em “emprego”, tá certo, rs. Mas não é só isso.

Diferente do Facebook, Instagram e Twitter, os usuários do LinkedIn estão lá buscando oportunidades para negócios, parcerias e claro, conexões comerciais. E é justamente por essa pré-disposição aos negócios que o LinkedIn é uma rede social tão interessante para as empresas. Especialmente as do segmento B2B – ou seja, empresas que vendem produtos ou serviços para outras empresas.

Com quase 550 milhões de usuários ativos, o LinkedIn é a campeão quando o tema é aquisição de leads qualificados.

Mais de 50% dos usuários cadastrados no LinkedIn são tomadores de decisão, ou seja, podem decidir por contratar ou não um serviço, comprar um equipamento, pagar por uma ferramenta, uma consultoria e muitas coisas do tipo.

Além disso, a rede social conta com um público extremamente exigente e segmentado e é a única plataforma onde as vendas, negociações e relações comerciais são o foco. O LinkedIn é considerado a rede social mais efetiva para a geração de leads no segmento B2B.

leads do linkedin percentual

Muito mais que uma maneira de encontrar vagas e recrutar candidatos, o LinkedIn vem se firmando como uma nova praça para estreitar os laços entre todos os tipos de profissionais do globo.

E é justamente por isso que o LinhedIn é tão interessante para empresas.

Neste post, vamos te ajudar entender como usar os principais recursos do LinkedIn para empresas e, claro, como ter resultados por lá!

Como criar uma estratégia de marketing para o LinkedIn?
O LinkedIn tem uma série de recursos interessantes para empresas. Páginas empresariais, páginas vitrine, de carreira, grupos, anúncios, linkedIn pulse, analytics, slidehsare e mais.

Mas, antes de você sair fazendo tudo, vamos começar pelo começo: montando sua estratégia.

E aqui, vale a regra de toda boa estratégia de marketing: ela precisa ter objetivos claros, ser mensurável e absolutamente focada na sua buyer persona.

Se você quer posicionar sua marca como referência em um nicho para os profissionais do setor, além dos posts na sua Company Page do LinkedIn, poderá usar recursos como os artigos do Pulse, anúncios segmentados, participação ativa em grupos (e criação dos seus próprios grupos), entre outros.

Agora, se a ideia é converter, usar os recursos de captação de leads do LinkedIn Sales Navigator será imprescindível.

Dito isso, vamos aos principais recursos do LinkedIn para empresas.

Company Page: o essencial do LinkedIn para empresas
A primeira coisa que uma empresa precisa ter para estabelecer uma presença digital no LinkedIn é uma Company Page.

Como o próprio nome diz, trata-se de uma página corporativa. Ainda hoje algumas empresas utilizam perfis pessoais para interagir com pessoas na rede social, mas esse não é o caminho indicado.

As páginas para empresas no LinkedIn servem para os mais diversificados objetivos. Com elas, uma empresa pode:

Publicar conteúdo relevante com frequência;
Divulgar produtos e serviços;
Contar um pouco mais sobre o que ela faz e quais são seus valores;
Mostrar dados como localização, endereço eletrônico e site oficial;
Adquirir seguidores;
Recrutar colaboradores;
Investir em anúncios.
Ou seja, ter uma Company Page é o pilar para começar uma estratégia empresarial no LinkedIn.

Lembre-se que trata-se de uma rede social de nicho, onde os participantes estão abertos para tratar sobre negócios. Portanto, é muito indicada para diferentes objetivos de marketing. Por exemplo:

Firmar-se como referência no segmento de atuação;
Aquisição de leads;
Brand Awareness;
Conversões e vendas;
Educar o mercado.
LinkedIn Ads: mídia paga para um público qualificado
Atualmente, muitos empreendedores investem principalmente em plataformas como o Google Adwords e o Facebook Ads. Porém, o LinkedIn Ads é uma solução que pode ser extremamente interessante para alcançar objetivos de negócios variados.

Isso porque no LinkedIn os anúncios são segmentados de uma maneira extremamente qualificada. É possível, por exemplo, atingir somente pessoas de um determinado segmento, nível hierárquico ou formação acadêmica. Em um nível mais complexo, há inclusive segmentação por intenção ou identidade.

Há também diferentes tipos de formatos para anúncios. São eles:

Conteúdo patrocinado: localizado no feed de notícias;
Mensagens InMail: mensagens diretas na caixa de entrada;
Anúncios em texto: ficam em locais específicos, como a barra lateral;
Anúncios Dinâmicos: anúncios personalizados e otimizados de acordo com a performance;
Anúncios em vídeo;
Anúncios em carrossel.
LinkedIn Analytics: dados que ajudam a converter
Uma das grandes vantagens de se ter uma Company Page no LinkedIn é justamente o acesso a um incontável número de dados relativos ao comportamento do usuário e desempenho de postagens.

Por meio dessas informações podemos elaborar estratégias regulares, extrair relatórios numéricos e realizar ajustes nas ações que estão sendo desenvolvidas.

Uma análise de métricas aprofundada pode revelar, por exemplo:

Os melhores dias e horários para postagem;
Os tipos e formatos de conteúdo que geram melhores resultados;
Dados demográficos, geográficos e comportamentais do seu público de interesse;
Detalhes a respeito do engajamento, tráfego, cliques, alcance, entre outros.
Ou seja, podemos dizer que se o LinkedIn é um mapa para um tesouro pirata, o LinkedIn Analytics é a seta que aponta a localização. Sem eles, você estará caminhando no escuro. Então é preciso estudá-los e observá-los com regularidade e objetividade.

Para acessar essa ferramenta, vá à página inicial do seu LinkedIn e siga os seguintes passos:

Clique em “Eu” no canto superior direito;
Desça até a seção “Gerenciar” e escolha a Company Page desejada;
Selecione “Visualizar mais análises” no canto inferior esquerdo, abaixo dos dados sobre engajamento.
É possível, inclusive, exportar relatórios em períodos específicos para facilitar a interpretação dos dados e compará-los.

LinkedIn Sales Navigator: o melhor aliado do social selling
Você já deve ter ouvido falar em social selling, certo? O termo, usado para definir as vendas que ocorrem a partir das redes sociais foi especialmente contemplado pela maior rede corporativa do mundo.

Por perceber a disposição natural dos seus usuários a fazer negócios através do LinkedIn, a rede social disponibilizou para as empresas o LinkedIn Sales Navigator, um recurso para prospecção de clientes e captação de leads dentro do LinkedIn.

Com o Sales Navigator, as empresas podem realizar buscas ainda mais avançadas de perfis no LinkedkIn. Além de salvar as listas desses contatos, elas podem se cadastrar para receberem notificações quando surgirem novos resultados do perfil procurado. Ou seja: você informa ao LinkedIn que tipo de lead está buscando e ele te notifica sempre que detectar um usuário desse tipo. Incrível, não?

O recurso permite o envio de mensagens personalizadas para esses perfis, mesmo que eles não estejam conectados com você. Além disso, te dá informações e insights do comportamento de cada um desses leads, ampliando suas chances de se comunicar de forma relevante com eles.

Enfim, um recurso obrigatório para empresas que têm como objetivo a captação de leads.

Slideshare: muito mais que um repositório para seus slides
Durante um bom tempo o SlideShare foi uma rede social apartada do LinkedIn. Lá os usuários podiam salvar suas melhores palestras, vídeos e arquivos deixando-os públicos para seus seguidores – ou qualquer pessoa que os visse pudesse baixar. Mas o cenário mudou e, em 2012 o LinkedIn comprou o SlideShare, integrando-o à sua plataforma.

E o LinkedIn tinha bons motivos para isso. Além do crescimento progressivo de visitantes únicos acessando o SlideShare todos os meses, o canal era – e ainda é – muito usado no âmbito prodfissional. Palestra, vídeos institucionais e arquivos profissionais são muito compartilhados por ali.

Ok, mas porque o SlideShare é um recurso importante do LinkedIn para empresas?

Bom, a resposta é simples: porque lá você poderá entregar valor para o seu público do LinkedIn através do compartilhametno de conteúdo de alta relevância.

Veja bem, isso só vai funcionar se o conteúdo for mesmo muito bom. Não pense que você vai fazer uma apresentação institucional e ter milhares de shares por lá, ok? Estamos falando de um canal que leva os contéudos de alto valor para um público altamente qualificado.

Lembre-se: tomadores de decisão estarão vendo esses conteúdos e, claro, construindo a imagem sobre a empresa que o produziu.

Sigamos.

Algoritmo do LinkedIn: engajamento gera alcance
Até aqui, falamos de recursos essenciais do LinkedIn para empresas. Para se destacar mesmo, você precisará de algo mais. E entender como funciona o algoritmo do LinkedIn te ajudará nisso.

Você deve saber que a grande maioria das redes sociais mantém guardados a sete chaves os segredos de seus algoritmos, certo?

Pois é, acontece que o LinkedIn aplica uma política diferente, cedendo algumas informações valiosas acerca do bot que compõe o feed de notícias do usuário.

Sendo assim, é possível compreendê-lo muito melhor do que no Facebook e o Instagram, por exemplo.

O algoritmo do LinkedIn funciona da seguinte maneira:

Um robô avalia o conteúdo publicado como spam, post de baixa qualidade ou limpo.
O algoritmo considera o engajamento para aumentar o alcance. Se uma publicação recebe muitas curtidas, comentários e compartilhamentos, ela é exibida para mais usuários. Quando as pessoas passam direto pelo post, ocultam do feed ou denunciam spam, seu alcance é diminuído.
O algoritmo realiza considerações sobre a possibilidade de spam e a credibilidade da fonte. Ou seja, o histórico da página também conta.
Pessoas reais realizam uma análise para observar se a publicação deve continuar sendo exibida e muitas vezes até sugerem o impulsionamento aos administradores.
Como você pode ver, existem diversas etapas que compõem as atividades do algoritmo, incluindo a intervenção humana.

Não é simples compreendê-lo, mas essa breve noção de seu funcionamento já nos auxilia — e muito — a elaborar formas de melhor explorá-lo.

Esperamos que você tenha aprendido muito sobre o LinkedIn para empresas neste post! E, além disso, que tenha entendido o quanto essa ferramenta é poderosa para profissionais de marketing. Ficou alguma dúvida? Pode comentar! Teremos prazer em te responder!

26jun

Instagram libera recurso de compra e venda pelo Stories!

Você já deve saber que o Instagram Stories já é um formato muito utilizado e também ideal para empresas. E isso não é “conversa fiada”, já vimos vários estudos para entender alguns dos benefícios do formato para as marcas.

Descobrimos, por exemplo, que Stories de perfis empresariais tem até 30 % mais views do que de perfis pessoais. Mas existem outros dados que provam o valor do formato:

  • 47% dos brasileiros que usam o Instagram diariamente declaram já terem ficado interessados em um produto de alguma marca após ver uma história no Instagram.
  • 50% de todos os perfis comerciais do Instagram postam ao menos um Stories por mês.
  • As Stories são responsáveis por 28 minutos ao tempo de permanência médio dos usuários do Instagram por dia.
  • Mais de 1/3 dos usuários do Instagram usam as Stories diariamente.

Justamente por saberem do potencial das Stories para as empresas é que a rede social está, constantemente, expandindo suas funcionalidades para facilitar a vida de quem quer “vender pelo Instagram”.

Recentemente, o Instagram lançou o Shop, ou “loja do Instagram”, que permite que as empresas marquem produtos em suas fotos para que os usuários sejam redirecionados para a página de vendas.

E se esse recurso te deu boas perspectivas, segura essa: Instagram libera o recurso de vendas para as Stories! Entenda melhor como é isso!

Vender pelo Instagram Stories?

No dia 12 de junto o Instagram fez um anúncio muito esperado pelos usuários do APP e pelas empresas também:

vender pelo instagram sotires

Assim como com o recurso shop do Instagram, as marcas poderão inserir uma espécie de sticker com a descrição e link de venda do produto no vídeo ou imagem do Stories.

vender pelo instagram stories

Adidas, Aritzia e Louis Vuitton são as primeiras marcas a testar o recurso. O Instagram informou que irá ampliar os testes da novidade nas próximas semanas.

O recurso estará disponível para Android e iOS.

O Instagram ainda não deu muitas informações sobre o lançamento, mas continuaremos acompanhando o assunto para te manter atualizado de qualquer novidade! 😉

13maio

Inbound Marketing X Marketing de Conteúdo, entenda a diferença!

Já falamos em um outro post sobre o Porque você deve contratar Inbound Marketing para a sua empresa, mas no mercado de marketing digital, é muito comum ouvir as pessoas discutindo sobre Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing. No entanto, embora esses termos estejam presentes no nosso dia a dia, muitas vezes eles são confundidos, o que acaba dificultando o entendimento de que tipo de ação adotar para o cliente, ou dificultando qual a solução você deve realmente contratar para sua empresa.

Para que esses conceitos não sejam usados de forma errada, o primeiro passo é deixar claro que o Inbound Marketing, também chamado de marketing de atração, é qualquer estratégia que tenha como objetivo atrair a atenção do público. Já o Marketing de Conteúdo é considerado um dos três grandes pilares do Inbound, juntamente com o SEO (Search Engine Optimization) e as estratégias de Mídias Sociais.

No post de hoje, vamos explicar o que é significa cada um deles e como os dois podem trabalhar juntos para o sucesso do seu negócio.

O que é Inbound Marketing?

De fato, o conceito de Inbound Marketing é amplo, mas podemos dizer que ele consiste na produção e divulgação de conteúdo direcionado a um público específico, a fim de conquistá-lo e, assim, desenvolver um relacionamento a longo prazo com ele. Costuma-se dizer que os três pilares do Inbound são o Marketing de Conteúdo, SEO e estratégias em redes sociais.

Contudo, a verdade é que existem muitas formas de trabalhá-lo como em ações de Relações Públicas, e-mail marketing e webinars e podcasts. A principal diferença do Inbound em relação ao Outbound Marketing, também chamado de marketing tradicional, é que ele não usa a interrupção para se comunicar com o cliente. Em vez disso, ele busca atraí-lo.

O Inbound Marketing surge em paralelo ao marketing digital. O termo é recente e foi usado pela primeira vez por Brian Halligan, CEO e fundador da empresa HubSpot. Na área de comunicação, ele é conhecido como o pai dessa metodologia, portanto, vale a pena dedicar um tempo para conhecer sua trajetória como investidor, autor, empreendedor e professor.

Ele notou que o consumidor não quer mais ser interrompido e deseja ter acesso a conteúdos de qualidade. Afinal, quem toma a decisão de adquirir um produto é ele e, por isso, o Inbound acaba sendo menos invasivo e mais respeitoso. Por essa razão, as chances de conversão aumentam, já que você fala com o indivíduo no momento certo.

O que é Marketing de Conteúdo?

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O Marketing de Conteúdo pode ser entendido como o combustível da nave do Inbound Marketing. Qualquer conteúdo que possa informar ou entreter um potencial cliente é, portanto, Marketing de Conteúdo. A ideia é que, com o tempo, essa pessoa não apenas respeite a marca, como a tenha como referência no mercado.

Embora o conceito seja novo, ele já vem sendo usado há muito tempo. Considera-se que um dos primeiros registros de Marketing de Conteúdo tenha sido a primeira edição de uma revista de agricultura, a “The Furrow”, publicada em 1895 por John Deere. Ela tinha como público-alvo indivíduos interessados nesse assunto e que, em algum momento, poderiam vir a se interessar pela compra de um equipamento.

Qual é a diferença entre Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing?

É possível afirmar que o objetivo do Inbound Marketing é conquistar o cliente até o momento em que ele realizar uma conversão e fizer uma diferença efetiva para marca, certo? Por outro lado, no Marketing de Conteúdo, o trabalho continua mesmo depois que a venda é concluída. A ideia é que o consumidor continue fiel à marca e volte a comprá-la, além de se transformar em um divulgado do produto ou serviço para seus conhecidos.

Mas, se pararmos para olhar bem de perto, vamos perceber que, na realidade, não existe um sem o outro. Afinal, não há como atrair um visitante para que ele se torne lead e, por fim, cliente sem utilizar conteúdo de qualidade, não é mesmo?

Para isso, basta lembrarmos das quatro etapas principais do Inbound: atração, conversão, fechamento e fidelização. A produção de materiais ricos é fundamental para guiar um potencial cliente ao longo das quatro fases do funil de vendas. Sem ele, o Inbound não surte o efeito desejado!

Então, podemos fazer Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing em conjunto?

Sim, a melhor opção é, sem dúvida, a combinação deles! Ao optar pela união desses conceitos, você tem um serviço completo e conquista o consumidor do começo ao fim, fazendo com que ele seja realmente um embaixador da sua marca.

O Inbound Marketing prepara o contexto para que sejam usados os materiais desenvolvidos pelo Marketing de Conteúdo. No planejamento de uma ação, o mais adequado é fazer o mapeamento dos dois e, com base nisso, divulgar as ideias no melhor formato. Dessa forma, respeita-se o estágio de compra da pessoa em seu processo de compra.

Se você leu até aqui, já deve ter ficado bem claro a relevância da produção de um conteúdo de qualidade em ambas estratégias. Então essa é a hora perfeita para investir nisso por meio de publicações divulgadas com periodicidade e nos canais apropriados. O seu negócio agradece!

Como você pôde ver, Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing são coisas bem diferentes, porém, complementares. Para ambos, é essencial a produção de conteúdo de qualidade!

Isso é o que fazemos aqui na Agência Creative, nós analisamos seu perfil comercial, pontos de contato e as melhores soluções para uma estratégia de marketing digital que gere resultados para sua empresa.

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Bora lá?

13maio

Cartão de crédito Apple em parceria com Goldman Sachs

A Apple pode estar prestes a entrar no ramo de cartões de crédito, segundo reportagem do The Wall Street Journal. Fontes ouvidas pelo jornal afirmaram que a empresa está preparando uma parceria com o banco de investimentos Goldman Sachs para lançar seu próprio cartão com a marca Apple Pay já no começo do ano que vem – e conversas similares acontecem no Brasil, com o Itaú, segundo nota do MacMagazine.

Uma pequena prova disso é a funcionalidade Apple Pay que o Itaú aderiu recentemente.

No exterior, o acordo deve substituir o que a empresa tem com a Barclays. O banco britânico oferece hoje, a clientes com um cartão de crédito Barclaycard, o programa de recompensas Apple Rewards e também financiamento com condições especiais para produtos Apple. Os detalhes da parceria com o Goldman Sachs ainda são escassos, mas a reportagem do jornal diz que o banco poderá oferecer crédito a clientes da Apple em plena loja da marca.

A ideia para o Brasil, de acordo com o MacMagazine, é similar ao que já acontece lá fora. Ou seja, clientes com um cartão poderão receber condições especiais de financiamento na compra de produtos Apple, entre outros benefícios.

Para a empresa de tecnologia, uma parceria assim pode ajudar a impulsionar seu próprio serviço de pagamento. O Apple Pay ainda não decolou, mas um cartão de crédito carregando a marca pode dar o empurrão necessário na receita gerada, ao menos nos EUA. Não se sabe exatamente quanto a carteira digital rende à empresa, mas, no primeiro trimestre de 2018, o setor de serviços da marca deu 9,2 bilhões de dólares em receita. Esse valor pode crescer ainda mais com a parceria, já que cada cartão emitido deve dar uma quantia em dinheiro à Apple.

Já para o banco, o acordo é uma chance de expandir seu serviço de crédito pessoal, o Marcus, no setor do varejo. O Goldman Sachs registrou resultados ruins em trading (compra e venda de ações e títulos) no final de 2017 e, ainda que tenha se recuperados no primeiro trimestre de 2018, pode ter na parceria um impulso de receita em outra área.

13maio

Porque contratar Inbound Marketing para a sua empresa?

Você já deve ter sido impactado pelo termo “Inbound Marketing” correto?

Mas, você sabe o que é, o que representa e qual a importância para a sua empresa na busca por resultados e pela construção de relacionamento com potenciais clientes?

Leia nosso artigo até o final para ficar por dentro desse termo, ou melhor dessa estratégia! Bora lá?

 

Primeiro, o que é Inbound Marketing?

Inbound Marketing é um conjunto de estratégias de comunicação, que tem como objetivo atrair consumidores para os canais da sua empresa e visa promover a educação sobre determinado conteúdo, ou serviço, que ela oferece a fim de gerar experiências.

Como é feito isso? Com conteúdos relevantes que a Agência Creative desenvolve para o seu site, blog e redes sociais.

A partir desses conteúdos, você começa a construir um relacionamento com potenciais clientes, por ganhar autoridade, transformando-se em uma referência no segmento de mercado em que atua.

O grande diferencial em relação ao marketing tradicional (chamado de Outbound Marketing) é que os clientes que chegam até você já têm interesse nas informações, serviços e produtos que a sua empresa oferece.

Ou seja, a sua comunicação é muito mais efetiva com o Inbound Marketing e, por isso, você consegue gerar melhores resultados ao mesmo tempo em que constrói uma reputação positiva para a sua marca.

Pílula de conhecimento

O termo “Pílula de conhecimento” foi apresentado pela primeira vez em 2009, com o lançamento do livro “Inbound Marketing: seja encontrado usando o Google, a mídia social e os blogs”, dos autores Brian Halligan e Dharmesh Shah.

A tradução de “Inbound Marketing” significa “Marketing de atração”. Na prática, para o perfeito funcionamento da técnica, a estratégia busca atingir quatro pontos do chamado funil de vendas e funciona para os mais diversos setores.

Que resultados o Inbound Marketing pode trazer?

As vantagens do Inbound Marketing, quando comparadas com o Outbound Marketing, são muito grandes. Por exemplo, essa opção gera três vezes mais leads e tem o custo 62% menor que o marketing tradicional, segundo dados da Demand Metric.

Outro levantamento, agora da Hubspot, aponta que 92% das empresas que utilizam o marketing de conteúdo no mix de comunicação têm resultados positivos. Além disso, uma pesquisa realizada pela Aberdeen Group também mostra que os e-mails marketing personalizados aumentam CTR (Click-through rate) em 14% e as taxas de conversão em 10%.

O objetivo central do Inbound Marketing é gerar leads qualificados para a sua empresa, com alta taxa de conversão em vendas. Esses resultados são mensurados a partir do uso de ferramentas que medem o ROI (Retorno sobre Investimento) das suas ações. Os dados acima são um ótimo demonstrativo desse potencial.

Além dos resultados em si, ao incluir o Inbound na sua estratégia de marketing, a sua marca consegue criar uma rede genuína de clientes, que pode ser ativada de diversas maneiras, situações e momentos, em ações customizadas para potencializar o engajamento e a interação.

Você já faz uso dessa estratégia? Talvez você pense que não, mas se você já é um de nossos clientes e tem contratado o serviço de Gestão de Mídias Sociais, Conteúdo para Blog ou Google Adwords então você já tem uma pontinha do Inbound Marketing para sua empresa!

Mas se você quer melhorar seus resultados e ter mais clientes potenciais procurando pelos seus serviços ou produtos, contrate o plano de Inbound Marketing.

13maio

Upsell e Crossell, entenda o que é e como fazer do modo correto!

Upsell é uma estratégia que vem sendo utilizada por muitos anos, porém várias empresas ainda não adotaram essa estratégia.

Entenda que de modo geral Upsell é gerar valor ao cliente no ato da compra e oferecer produtos ou serviços que sejam relevantes e que possam realmente fazer a diferença para ele.

Leia nosso Artigo até o fim e você vai conseguir Vender muito mais, para os mesmos clientes! E isso quer dizer, aumentar o faturamento mensal sem aumentar a carteira de clientes ou precisar prospectar novos clientes. Legal né?

Então vamos ao artigo completo!

O que é upsell?

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Upsell ou upselling é uma técnica de vendas que tem como objetivo persuadir o cliente a adquirir um item mais caro ou atualizar o serviço para uma versão premium visando uma maior lucrabilidade, ou incluir um ou mais serviços ou produtos na compra do seu cliente.

A palavra em inglês “upsell” não tem uma tradução exata para o português, mas pode ser entendida como o ato de sugerir – ou empurrar – outra solução para o clientes além do que ele já tem ou está comprando.

Fazer upsell não é enganar o cliente, é uma técnica para convencê-lo de que a melhor solução para ele, de fato, é gastar um pouco mais ou que naquele momento ele precisa de um serviço ou produto melhor, mas ainda não sabe.

Você está sendo correto com o cliente ao sugerir que ele precisa de um produto mais completo ou um serviço de recursos avançados.

Ele próprio sabe disso, mas por vezes tem dificuldade de entender ou até de aceitar porque isso não está presente na cabeça dele naquele momento.

Ao fazer upsell, você abre os olhos do cliente para a sua real necessidade, você posiciona seu produto ou serviço como uma solução para seu problema.

No fim das contas, tanto você quanto ele saem ganhando.

 

O que é cross-sell?

 

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Cross-sell ou Cross selling é uma técnica que estimula o cliente a concluir a sua compra inicial levando produtos que a complementam. Lojas virtuais costumam utilizar muito essa tática, basta reparar: quando você seleciona um item para compra, normalmente aparece algo como “você também vai gostar de”, “pessoas que compraram esse produto também levaram”, “leve esses dois produtos por menos”. Outro exemplo é a clássica pergunta do atendente do McDonald’s: “Você gostaria de também levar batatas-fritas por apenas X?”

Para vender de forma eficaz, pense nos produtos que combinariam entre si e que poderiam ser comercializados de forma vantajosa tanto para o cliente quanto para você.

A estratégia de coss selling também é fazer o cliente gastar mais dinheiro, mas oferecendo produtos de outras categorias que estão de alguma forma relacionados. Se você vende um notebook, pode oferecer uma pasta para notebook, um mouse ou um suporte para o computador.

Entenda que essa estratégia não é para forçar seu cliente a gastar mais, mas sim oferecer produtos que possam agregar valor na venda e que sejam realmente relevantes para o consumidor, que tenham a ver com aquilo que ele busca ou até mesmo com o objetivo da compra daquele produto. Um exemplo disso é você vender madeiras, mas também oferecer pregos, martelo, lixas e quem sabe até o verniz.

 

Dicas para fazer no seu negócio!

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Agora que você já entendeu o que é Upsell e Crossell o poder que essa estratégia tem para alavancar seu faturamento e mudar de uma vez por todas o valor que seu cliente gasta por compra, chegou a hora de te dar alguns exemplos práticos para você começar a utilizar amanhã mesmo! Vamos lá?

Como fazer para restaurantes:

O upselling acontece principalmente nas redes de fast-food e você pode identificar facilmente quando isso acontece.

Geralmente, ao fazer seu pedido, o atendente sugere aumentar o tamanho do refrigerante e da batata-frita, sim o Mc Donald’s faz upsell super bem! Uma forma de fazer o Cross-sell para restaurantes seria vender por exemplo, você pediu apenas uma refeição e o garçom te oferece a bebida, mas de uma forma sutil, Você prefere Coca ou Guaraná? Uma outra forma é incluir pequenas coisas como, Molho especial, Porções e outras coisas.

Como fazer para Instituição de Ensino:

Geralmente, as pessoas fazem apenas um curso por vez para não terem uma overdose de informações, mas por exemplo, se você tem um cliente que faz um curso presenciais aos sábados de manhã, você pode oferecer um curso extra que seja online para ele fazer na semana e assim terá duas graduações ou dois cursos extras para colocar no currículo. Uma boa jogada de Cross-sell é na hora da matrícula você oferecer itens que ele irá precisar, como material didático, apostilas e até o próprio material escolar.

Viu só como aqui nós já conseguimos exemplificar o Upsell e o Cross-sell utilizando gatilhos mentais para mostrar o benefício da oferta e ainda quebramos algumas objeções?

Como fazer para Pet Shop:

Imagine que você tem um cliente que vai toda semana ao seu Pet Shop para comprar ração, existem várias formas de fazer um Cross-sel de sucesso para este cliente na hora de fechar a compra, por exemplo:

– Seu cachorro iria gostar de ganhar um brinquedo novo hoje! O que acha de levar este para ele?
– Essa ração é muito boa, mas comer arroz e feijão todo dia pode enjoar né! Aproveita e já leva um molho especial para ele, que tal?

Já um Upsell seria quando o cliente vai comprar um saco de 7kg e você faz a conta de quanto ele vai economizar levando o saco de 20kg ou 15kg. Uma outra forma é quando ele vai levar para dar banho, você oferecer a tosa higiênica, ou ao comprar o shampoo você oferecer um kit com o condicionador também.

 

Dica de Ouro para Sucesso nessas estratégias!

Upsell Foque na satisfação do cliente

É preciso conhecer seu cliente, mas se você não conhece também é fácil.

Você precisa sempre prestar atenção aos gostos do seu cliente, fazer algumas perguntas específicas para poder oferecer o melhor produto para ele, por exemplo, se você não conhecer seu cliente pode acabar oferecendo brinquedo de cachorro para quem tem gato, ou um buque de rosas para quem não tem namorada e nem é casado. Isso vale também para não oferecer também um Plus de um produto que é justamente o que ele não precisa, como por exemplo você estar sem criança e a mocinha do caixa te oferecer um Mc Lanche Feliz, porque as chances de você levar serão bem pequenas!

O Crossel e o Upsell são estratégias incríveis, mas você não deve fazer ele em todo momento ou seu cliente vai te achar chato ou inconveniente.

 

Espero que tenha gostado do artigo! Comece a utilizar agora mesmo na sua empresa e depois conte para nós seus novos resultados!

 

Até o próximo artigo!

13maio

Saiba tudo sobre: Loja Online no Instagram!

O Instagram acaba de lançar uma nova feature: o SHOP ou LOJA. Com ela, é possível, literalmente, fazer vendas a partir dos posts na rede social – algo parecido com o que acontece hoje no Pinterest.

Para as marcas, o lançamento representa a incrível possibilidade de usar o APP para vender a partir de posts orgânicos!

Quem já utilizava a rede para promover seus produtos, pode acender uma vela para o Zuckerberg.

A novidade já era esperada pelo público, uma vez que o Instagram já testava sua parceria com a Shopify nos EUA – dando a possibilidade da compra integrada por lá.

Com a nova feature é possível criar posts com links que encaminham para a loja e, o melhor: sem pagar por isso!

Fica com a gente para entender mais sobre a loja do Instagram.

Shop: como vender pelo Instagram?

É simples: o lojista posta uma imagem com seu produto (ou um cenário onde ele está incluso) e insere informações + link para compra do mesmo. Simples e SENSACIONAL ao mesmo tempo.

O recurso fica visível em uma nova aba (chamada “loja”) e, ao clicar nele, o usuário acessa um novo feed, só que com posts da loja da marca no Instagram.

loja no instagram

Foto: loja AMARO, Instagram

Nesse feed, o usuário poderá abrir imagens e clicar nos produtos da mesma, vendo detalhes e informações comerciais como nome do produto e preço. Há também uma seta clicável, onde o usuário acessa informações mais detalhadas do produto e um botão de “Comprar Agora” que o levará para o e-commerce da marca.

Loja no Instagram: uma evolução para as marcas na rede social

Quem usa o Instagram sabe que a rede permite, apenas, um link na biografia e, para contas comerciais verificadas ou com mais de 10 mil seguidores, links no Stories.

Essa limitação obrigava marcas a investirem em anúncios sempre que quisessem divulgar links de produtos ou conteúdos em seus sites. A “loja do Instagram” traz mais uma possibilidade de links para as empresas na rede.

Como criar uma “Loja do Instagram”?

Antes de começar, você terá que se certificar de:

Tendo os itens acima, você está pronto para criar sua loja no Instagram. Para isso você terá que:

  1. Clicar em e seu perfil
  2. Clicar em “Começar”na parte superior do seu perfil
  3. Se não houver o alerta “Começar, clique em
  4. Vá em “Produtos”
  5. Toque em “Continuar”
  6. Escolha um catálogo de produtos para vincular ao seu perfil comercial
  7. Clique em “Concluir”

Feito, isso, você conseguirá marcar produtos em seus posts do Instagram. Caso você ainda não visualize essas opções, é possível que sua conta ainda esteja sendo analisada para liberação da feature ou ainda não tenha sido aprovada para isso. Caso ela ainda não tenha sido aprovada, veja aqui o que fazer.

Outro motivo provável é que você ainda não tenha alguma das premissas listadas acima, como: ter um perfil comercial, ter uma loja ou catálogo no Facebook ou ter sua conta do Instagram vinculada à essa Página.

Verifique todos esses aspectos antes de começar.

Boas práticas para o Shopping no Instagram

De acordo com o Instagram for Business, existem uma série de boas práticas que quem pretende aproveitar a feature deve seguir. Veja:

  • Crie, no mínimo, 9 posts na loja do seu perfil comercial para ativar a guia de compra
  • Marque o máximo de produtos possível nas imagens. Isso ajudará o público a navegar.
  • DIVULGUE sua loja no Instagram! Use o Stories para isso (faça um tutorial ensinando a navegar pelo feed da loja)
  • Use os diferentes formatos para vender: imagem única ou carrossel
  • Tenha certeza de que as marcações estejam corretas! Isso garante a qualidade da experiência dos usuários na sua loja no Instagram e também na sua loja virtual.

Neste link, você acessa o passo a passo criado pelo próprio Instagram para usar a ferramenta.

Mas não basta configurar sua loja no Instagram!

Para que essa novidade converta em vendas, você precisará, cada vez mais, ter:

  • Ter mais seguidores no Instagram (sem comprar por eles, claro!)
  • Trabalhar para ter mais engajamento (e, com isso, mais alcance orgânico)
  • Ter uma estratégia de Instagram forte e alinhada com seu público (inclusive, para saber quais produtos podem interessá-lo)

Faça um teste e conte pra gente como estão seus resultados com a loja do Instagram!